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sábado, 25 de setembro de 2010

Edleuzo com cidadãos da Ceilândia Sul

Edleuzo Distrital 50150 esteve na Ceilândia Sul na última quarta-feira à tarde. Conversou com eleitores sobre a política hoje no Distrito Federal e a mudança representada pelo PSOL.

Na foto, com cidadã-eleitora.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

RESPOSTA do eleitor: "Edleuzo 50150 para Distrital - Brasília merece Deputados do PSOL!"Nossa luta

Esta campanha é especial. Neste momento descobrimos quem é quem. Vimos como a sementinha que fomos plantando por toda a nossa vida vai virando uma árvore, cada vez mais forte.

Veja a resposta que recebi de um camarada da Marinha do Brasil. Para resguarda a privacidade, retiramos o nome de nosso amigo

"Caro amigo Edleuzo:

De antemão, muito obrigado por responder meu e-mail anterior. Isto prova que você
dá atenção aos que admiram teu trabalho e querem te dar um voto de confiança.

Como eu disse antes, o pessoal que trabalha comigo na MB está pedindo seu número
e o do Wellington, para votar em vocês.

Eu já passei pra todos eles, pois, no meu entendimento, "MILITAR VOTA EM MILITAR".
Com certeza essa é a única maneira de nós colocarmos lá no parlamento, alguém decidido a lutar pela nossa classe.

Em 2011, eu serei transferido para a Reserva da MB (30 anos de serviço).
Espero que até lá, você já esteja lá no Legislativo Distrital, lutando por nós.
Tenho um Sobrinho que é Controlador de Vôo aqui em Brasília (...).

O ideal seria se todos da FAB, da MB e do EB tivessem a mesma consciência, qual seja,
votar em pessoas com ideais objetivamente voltados para a defesa de nossa CLASSE !!!!
Entretanto, estou torcendo firme por você e pelo Wellington. Se dependesse de mim,
vocês já estariam lá !!!

Quando você for eleito, irá encontrar muita gente militar no GDF !!! Conheço pessoas da MB que já estão lá faz algum tempo. Tem fuzileiros e até um Contra-Almirante que trabalha na área da Saúde do DF. Ele é médico da Reserva Remunerada da MB, contratado já na Gestão de Rogério Rosso !!!! Você e o Wellington serão os próximos, não tenho dúvidas !!!!

Eu olhei todas as fotos da sua "batalha" no Entorno, junto com o Wellington. Pelo
que se observa, é um trabalho extremamente extenuante, não é mesmo ????
"

Edleuzo no IESB da Ceilândia

Edleuzo Cavalcante 50150, candidato a Distrital pelo PSOL, esteve ontem à noite no IESB Oeste, na Ceilândia. Conversou com universitários sobre formações, carreiras profissionais e união das carreiras. Na foto, Edleuzo dialoga com a pedagoga formanda Sildênia Menezes.


Edleuzo indicado o melhor blog

Edleuzo e equipe do PSOL estão honrados pela indicação que recebeu de internauta como melhor blog. Agora é sua parte:

topblog.com.br

Leia o e-mail recebido:

"Em 9 de setembro de 2010 18:36, Top Blog 2010 escreveu:

Edleuzo, o seu blog: EDLEUZO CAVALCANTE DISTRITAL 50150 foi indicado.

A URL desta indicação foi:edleuzocavalcantedf.blogspot.com.

Participe do maior prêmio da internet brasileira."

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Edleuzo e Chinha dialogam no Quintas


Após a fala de Edleuzo 50150, Chinha e Ramiro (suplente de Senador Jorge Antunes 500), a comunidade conversou com o Distrital do PSOL.














quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Edleuzo: caminhada em Brazlândia


Edleuzo Cavalcante 50150, candidato do PSOL a Distrital caminhou no último sábado em Brazlândia.

As fotos mostram o motivador Edleuzo e a militância do PSOL em ação.






domingo, 5 de setembro de 2010

China Fortalece Empresas Estatais para Alimentar o Crescimento

Introdução, por Pedro Fuentes

Apresentamos aos nossos leitores a tradução do artigo do New York Times de 30 de agosto de 2010, sobre a China. É o terceiro texto que traduzimos nos últimos meses. O autor defende a tese de que há um fortalecimento da economia estatal, ou seja, do capitalismo estatal chinês. Há duas semanas, o The Economist (um dos mais sérios meios de opinião da burguesia) apresentou um debate muito objetivo (e sem nenhum preconceito) sobre as vantagens que leva a China na recuperação da crise, graças ao controle estatal da economía, forma de gestão à qual também atribui alguns avanços tecnológicos próprios. Uma espécie de “verdadeiro keynesianismo”.

Estes dados objetivos fornecidos por porta vozes sérios da imprensa imperialista constituem elementos cruciais para a análise marxista da situação econômica e da geopolítica mundial nela implicada.

Uma grande parte da esquerda marxista mundial tende a ignorar o fenômeno chinês em suas análises. Outros setores, tradicionalmente oportunistas, falam das vantagens de uma suposta “economia mista” do socialismo com o mercado.

São erros opostos. Por um lado, não se pode ignorar a importância que tem e terá a China, no mínimo na próxima década. Issp seria esconder a cabeça como o avestruz diante do desenvolvimento capitalista da China, já convertida na 2ª potencia mundial, com fortes inversões da América Latina e África, possuidora das maiores reservas de capital do mundo e dos títulos de dívida estadunidense. Por outro lado, é preciso desmistificar a idéia de que há na China algum resquicio de socialismo ou de volta ao socialismo

O que há na China é uma combinaçãoou associação entre grandes empresas estrangeiras e o capitalismo de Estado chinês, representado por uma fortíssima burocracia estatal do Partido Comunista, que reúne em suas fileiras grandes proprietários diretamente burgueses e uma clase burocrática íntimamente ligada à exploração capitalista.

Nesta introdução não há espaço para desenvolver o papel desempenhado pela China na atual situação histórica. Queremos enfatizar alguns eixos polémicos para a esquerda marxista, e já prometer um texto futuro que os desenvolva.

1. Contra a opinião de que a China acabaría sendo uma semi-colônia dos países imperialistas e portanto seria arrastada rápidamente para a crise económica quando esta estourasse, a realidade está demonstrando que a capacidade da burocracia para conduzir o capitalismo é enorme.



2. Que graças a isso, a China hoje desempenha um papel fundamental para que a economia mundial não colapse com maior intensidade.



3. Que o desenvolvimento chinês fará com que a Ásia cumpra um papel fundamental na sustentação do capitalismo imperialista no próximo período (pelo menos na próxima década), como prognosticou o famoso teórico marxista Gunder Frank antes de morrer. E por isso não se trata de nenhum fenómeno progressivo.

4. Que para garantir seu desenvolvimento, a China necessita expandir suas inversões da mesma forma que o imperialismo, para poder contar com novos recursos naturais que assegurem seu crescimento. E este é o papel que cumprem suas inversões em países africanos, no México, Argentina, Brasil e outros países latino-americanos onde expandiu bruscamente sua presença com empresas e capitais chineses protagonizando grandes transações.

5.Que a política do capitalismo de Estado chinês definitivamente gerará novas e grandes contradições no interior da China e no resto do mundo.

O artigo original está em Introdução, por Pedro Fuentes

Apresentamos aos nossos leitores a tradução do artigo do New York Times de 30 de agosto de 2010, sobre a China. É o terceiro texto que traduzimos nos últimos meses. O autor defende a tese de que há um fortalecimento da economia estatal, ou seja, do capitalismo estatal chinês. Há duas semanas, o The Economist (um dos mais sérios meios de opinião da burguesia) apresentou um debate muito objetivo (e sem nenhum preconceito) sobre as vantagens que leva a China na recuperação da crise, graças ao controle estatal da economía, forma de gestão à qual também atribui alguns avanços tecnológicos próprios. Uma espécie de “verdadeiro keynesianismo”.

Estes dados objetivos fornecidos por porta vozes sérios da imprensa imperialista constituem elementos cruciais para a análise marxista da situação econômica e da geopolítica mundial nela implicada.

Uma grande parte da esquerda marxista mundial tende a ignorar o fenômeno chinês em suas análises. Outros setores, tradicionalmente oportunistas, falam das vantagens de uma suposta “economia mista” do socialismo com o mercado.

São erros opostos. Por um lado, não se pode ignorar a importância que tem e terá a China, no mínimo na próxima década. Issp seria esconder a cabeça como o avestruz diante do desenvolvimento capitalista da China, já convertida na 2ª potencia mundial, com fortes inversões da América Latina e África, possuidora das maiores reservas de capital do mundo e dos títulos de dívida estadunidense. Por outro lado, é preciso desmistificar a idéia de que há na China algum resquicio de socialismo ou de volta ao socialismo

O que há na China é uma combinaçãoou associação entre grandes empresas estrangeiras e o capitalismo de Estado chinês, representado por uma fortíssima burocracia estatal do Partido Comunista, que reúne em suas fileiras grandes proprietários diretamente burgueses e uma clase burocrática íntimamente ligada à exploração capitalista.

Nesta introdução não há espaço para desenvolver o papel desempenhado pela China na atual situação histórica. Queremos enfatizar alguns eixos polémicos para a esquerda marxista, e já prometer um texto futuro que os desenvolva.

1. Contra a opinião de que a China acabaría sendo uma semi-colônia dos países imperialistas e portanto seria arrastada rápidamente para a crise económica quando esta estourasse, a realidade está demonstrando que a capacidade da burocracia para conduzir o capitalismo é enorme.



2. Que graças a isso, a China hoje desempenha um papel fundamental para que a economia mundial não colapse com maior intensidade.



3. Que o desenvolvimento chinês fará com que a Ásia cumpra um papel fundamental na sustentação do capitalismo imperialista no próximo período (pelo menos na próxima década), como prognosticou o famoso teórico marxista Gunder Frank antes de morrer. E por isso não se trata de nenhum fenómeno progressivo.

4. Que para garantir seu desenvolvimento, a China necessita expandir suas inversões da mesma forma que o imperialismo, para poder contar com novos recursos naturais que assegurem seu crescimento. E este é o papel que cumprem suas inversões em países africanos, no México, Argentina, Brasil e outros países latino-americanos onde expandiu bruscamente sua presença com empresas e capitais chineses protagonizando grandes transações.

5.Que a política do capitalismo de Estado chinês definitivamente gerará novas e grandes contradições no interior da China e no resto do mundo.

O artigo original está em http://internacionalpsol.wordpress.com/2010/09/03/china-fortalece-empresas-estatais-para-alimentar-o-crescimento/

GAMA: Edleuzo e a nova política do DF



O candidato a Distrital do PSOL Edleuzo Cavalcante 50150 esteve durante o dia no Gama.

Passou a manhã na Feira do Gama, onde conversou com eleitores, e ainda esteve em campeonato de futebol. À tarde visitou eleitores do bairro, ouvindo reivindicações e ajudando na mobilização popular.


sábado, 4 de setembro de 2010

Edleuzo defende em Brazlândia nova política



Edleuzo Cavalcante 50150, o Distrital do PSOL, esteve esta tarde em Brazlândia. Conversou com eleitores de diferentes segmentos sociais, como comerciários, microempresários, estudantes e trabalhadores.

Edleuzo luta por uma nova forma de se fazer política, inspirada no olho-no-olho com os cidadãos, como feito na Esquina Democrática em Porto Alegre. A deputada federal Luciana Genro (PSOL-RS) presta conta do mandato todo mês diretamente com o eleitor.

"Como o deputado distrital assemelha-se ao vereador dos municípios, o Distrital deve estar todo dia na rua, mobilizando a comunidade em prol dos interesses coletivos", disse Edleuzo.

sábado, 3 de julho de 2010

PSOL e a reformulação do parecer do Código Florestal

Rebelo analisa no fim de semana novas mudanças no Código Florestal
http://www.estadao.com.br/noticias/vidae,rebelo-analisa-no-fim-de-semana-novas-mudancas-no-codigo-florestal,575572,0.htm
Apesar de ouvir diversos segmentos, deputado deve manter proposta de autonomia dos Estados na nova versão do relatório, apreciada na segunda-feira pela Comissão Especial
02 de julho de 2010 | 21h 16
Karina Ninni - estadao.br
Deputados da Comissão Especial do Código Florestal reúnem-se na segunda-feira para discutir as propostas do substitutivo para a reforma do Código Florestal apresentado por Aldo Rebelo (PCdoB-SP). Rebelo negou nesta quinta-feira a informação de ONGs ambientalistas de que pretende fazer modificações profundas em pontos polêmicos do relatório, mas disse que vai analisar propostas de mudanças apresentadas por diversos setores. A hipótese de a reforma ser aprovada este ano na Câmara é vista com reservas por parlamentares do governo e da oposição.
"Acho que o ponto mais polêmico, sobre o qual eu mais tenho recebido opiniões, é a questão da autonomia dos Estados (para criar normas próprias). Parte dos atores envolvidos na reconfiguração do código acham que os Estados não podem ter autonomia para decidir sobre suas áreas de preservação permanente. Eu acho isso errado. Os Estados precisam, sim, ter uma esfera de autonomia para decidir se vão deixar 100 ou 200 metros de mata ciliar, contanto que não ultrapassem os limites mínimo e máximo estipulados pela lei federal", diz Rebelo.
Outra questão bastante discutida deverá ser a anistia a quem desmatou em área que deveria ter sido conservada. "Não vamos anistiar, vamos propor a suspensão da prescrição das multas."
Ao comentar a dificuldade de montar um relatório que agrade a todos, o deputado nem mencionou os ambientalistas. Preferiu destacar o fato de pequenos, médios e grandes proprietários terem necessidades muito diferentes. "Para o pequeno proprietário é possível que não se exija a recomposição da reserva legal que ele desmatou, mas a manutenção daquilo que ele conseguiu conservar. Para os médios e grandes, vamos sugerir que essa recomposição possa se dar em outras áreas que não nas suas propriedades, contanto que essas áreas estejam no mesmo bioma", afirma ele.
Enquanto a bancada ruralista se organiza - fontes ouvidas pelo Estado afirmaram que os parlamentares se encontrarão no fim de semana para traçar uma estratégia de atuação -, a chamada bancada ambientalista protocolou nesta semana um "voto em separado", proposta que se contrapõe ao relatório de Rebelo.
O voto em separado foi redigido por três deputados do PSol - Ivan Valente (SP), Chico Alencar (RJ) e Luciana Genro (RS) - e um do PV, Edson Duarte (BA). "Nosso texto responde ao relatório original do Aldo praticamente ponto a ponto. Combate as principais mudanças com relação a Áreas de Proteção Permanente e Reservas Legais, e também a autonomia que o texto concede aos Estados para legislar sobre a manutenção de suas florestas. É também contrário à anistia sugerida aos desmatadores por meio da consolidação de áreas desmatadas", explica Valente.
A bancada ambientalista defende a manutenção do atual Código Florestal e afirma que o grande problema em relação à lei é a ausência de regulamentação. "Muitas medidas provisórias foram introduzidas no código, mas a regulamentação nunca aconteceu", diz Valente.
O texto a ser apreciado na semana que vem será uma segunda versão do relatório original de Rebelo, com modificações. "Se essa nova versão for rejeitada, aí então um outro relatório terá de ser feito, com base no voto em separado que protocolamos. Por isso redigimos esse documento. Sabemos que será difícil derrubar a proposta do Aldo, mas temos de tentar", afirma Valente. PSol e PV são minoria na Comissão Especial.
Para o coordenador da Campanha do Código Florestal do Greenpeace, Rafael Cruz, é preciso mais tempo para discutir o assunto. "As apresentações de contrapropostas ao relatório do Rebelo fazem parte do processo legislativo e devem ser usadas, mas achamos que é necessária uma discussão mais ampla do tema. O relatório apresentado pelo deputado no início do mês trouxe à tona, de uma vez, tudo o que havia de mais perigoso para ser modificado no Código Ambiental."
Cruz apurou que agora Rebelo está alterando bastante a proposta original. "Isso não pode ser discutido em um dia para ser votado no outro", diz Cruz, referindo-se a uma reunião, marcada para terça-feira, supostamente para votar a proposta discutida na segunda. "Fizemos um apelo aos líderes dos partidos para que o debate se estenda. Não queremos que a proposta seja votada na Comissão Especial agora. Na verdade, o próprio governo já se pronunciou contra essa votação neste momento. A ministra do Meio Ambiente disse que é um momento ruim, partidos como o PSDB, PT e PV já disseram publicamente que a hora é imprópria para a votação na comissão. As eleições estão aí."
Valente faz coro com Cruz: "Esse relatório está pressionado pelo processo eleitoral. A prova disso é que marcaram a reunião de apreciação da proposta para as 9 da manhã de segunda."